Black History – My White Experience
BadGalsRadio is sponsoring a Black History Month blog carnival. Take a look and submit your entry. There are many categories available.
Here is my entry.
Being a white European, when I arrived in the United States in the middle of the ’60s the widely accepted term for African Americans was Negro. That term of course still keeps popping up every time we hear the “A mind is a terrible thing to waste” slogan from the United Negro College Fund. Some time later, probably sometime in the 70s the more widely accepted “black” made its inroads into our society. The presently used African American designation, although obviously correct and proper seems just a tiny bit pompous to me. I am quite happy to be called “white” for instance and certainly do not insist in being termed a European American,
Fortunately, not everyone insists on the African American label and many of my friends refer to themselves as “black” and I know that they do not do it just for my benefit, but because it just seems natural to them. At the same time, I hear blacks referring to each other by the dreaded “N” word. Could someone explain what this is all about?
I have also been wondering how the black, white, or whatever designation really holds. For example, Tiger Woods has described himself as a “cablinasian” and not black. Barack Obama is half black and half white and has been raised by white people, but he is still called an African American. I know people, whose racial and genetic background is obviously very mixed. Anything from a half and half white and black combination, to a black, white, Asian and American Indian background and even in the case of those, who’s black genes appear to be in a definite minority (no pun intended) they still are considered as being African American.
This seems to be an almost uniquely American way of handling things. Those, who have spent some time in Latin America, have probably noticed that the populations in many of those countries are of a very racially mixed variety. There are terms for these combinations. For instance: A mulatto is a person of black and white ancestry. A mestizo is a person of a white and Indian blood and so forth.
We never seem to use those terms here in the U.S. Are they insulting to some? I don’t believe that they need to be perceived in that way.
In short: I assume that it really is the case of each particular person’s preference. If one feels that racially and culturally he, or she is black, that should be the determining factor. And the same holds for whites, Asians and others. The important thing is that this should indeed be each person’s choice and not a formalized, pseudo-scientific and/or bureaucratic mandate. After all, these were the tools that slavers, racists and others have used in the past and now, especially after January 20, 2009 we are way beyond that. Or are we?
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Filed under: Black History • Human Rights • U.S. Politics • racism
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As I recall, the designation “African American” came about when Jesse Jackson Sr. ran out of photo ops and drummed up this “issue”. It never gained much traction with black folks. Obama, however, IS African American, having a father from an African country (Kenya) and a mother from Kansas. My then 9 year old son coined the term “blackite” for his biracial (black/white) friend. I like that!
REVOLUÇÃO QUILOMBOLIVARIANA !
Viva! Chàvez! Viva Che!Viva! Simon Bolívar! Viva! Zumbi!
Movimento Chàvista Brasileiro
Manifesto em solidariedade, liberdade e desenvolvimento dos povos afro-ameríndio latinos, no dia 01 de maio dia do trabalhador foi lançado o manifesto da Revolução Quilombolivariana fruto de inúmeras discussões que questionavam a situação dos negros, índios da América Latina, que apesar de estarmos no 3º milênio em pleno avanço tecnológico, o nosso coletivo se encontra a margem e marginalizados de todos de todos os benefícios da sociedade capitalista euro-americano, que em pese que esse grupo de países a pirâmide do topo da sociedade mundial e que ditam o que e certo e o que é errado, determinando as linhas de comportamento dos povos comandando pelo imperialismo norte-americano, que decide quem é do bem e quem do mal, quem é aliado e quem é inimigo, sendo que essas diretrizes da colonização do 3º Mundo, Ásia, África e em nosso caso América Latina, tendo como exemplo o nosso Brasil, que alias é uma força de expressão, pois quem nos domina é a elite associada à elite mundial é de conhecimento que no Brasil que hoje nos temos mais de 30 bilionários, sendo que a alguns destes dessas fortunas foram formadas como um passe de mágica em menos de trinta anos, e até casos de em menos de 10 anos, sendo que algumas dessas fortunas vieram do tempo da escravidão, e outras pessoas que fugidas do nazismo que vieram para cá sem nada, e hoje são donos deste país, ocupando posições estratégicas na sociedade civil e pública, tomando para si todos os canais de comunicação uma das mais perversas mediáticas do Mundo. A exclusão dos negros e a usurpação das terras indígenas criaram-se mais e 100 milhões de brasileiros sendo estes afro-ameríndios descendentes vivendo num patamar de escravidão, vivendo no desemprego e no subemprego com um dos piores salários mínimos do Mundo, e milhões vivendo abaixo da linha de pobreza, sendo as maiores vitimas da violência social, o sucateamento da saúde publica e o péssimo sistema de ensino, onde milhões de alunos tem dificuldades de uma simples soma ou leitura, dando argumentos demagógicos de sustentação a vários políticos que o problema do Brasil e a educação, sendo que na realidade o problema do Brasil são as péssimas condições de vida das dezenas de milhões dos excluídos e alienados pelo sistema capitalista oligárquico que faz da elite do Brasil tão poderosa quantos as do 1º Mundo. É inadmissível o salário dos professores, dos assistentes de saúde, até mesmo da policia e os trabalhadores de uma forma geral, vemos o surrealismo de dezenas de salários pagos pelos sistemas de televisão Globo, SBT e outros aos seus artistas, jornalistas, apresentadores e diretores e etc.
Manifesto da Revolução Quilombolivariana vem ocupar os nossos direito e anseios com os movimentos negros afro-ameríndios e simpatizantes para a grande tomada da conscientização que este país e os países irmãos não podem mais viver no inferno, sustentando o paraíso da elite dominante este manifesto Quilombolivariano é a unificação e redenção dos ideais do grande líder zumbi do Quilombo dos Palmares a 1º Republica feita por negros e índios iguais, sentimento este do grande líder libertador e construí dor Simon Bolívar que em sua luta de liberdade e justiça das Américas se tornou um mártir vivo dentro desses ideais e princípios vamos lutar pelos nossos direitos e resgatar a história dos nossos heróis mártires como Che Guevara, o Gigante Osvaldão líder da Guerrilha do Araguaia. São dezenas de histórias que o Imperialismo e Ditadura esconderam. Há mais de 160 anos houve o Massacre de Porongos os lanceiros negros da Farroupilha o que aconteceu com as mulheres da praça de 1º de maio? O que aconteceu com diversos povos indígenas da nossa América Latina, o que aconteceu com tantos homens e mulheres que foram martirizados, por desejarem liberdade e justiça? Existem muitas barreiras uma ocultas e outras declaradamente que nos excluem dos conhecimentos gerais infelizmente o negro brasileiro não conhece a riqueza cultural social de um irmão Colombiano, Uruguaio, Venezuelano, Argentino, Porto-Riquenho ou Cubano. Há uma presença física e espiritual em nossa história os mesmos que nos cerceiam de nossos valores são os mesmos que atacam os estadistas Hugo Chávez e Evo Morales Ayma,Rafael Correa, Fernando Lugo não admitem que esses lideres de origem nativa e afro-descendente busquem e tomem a autonomia para seus iguais, são esses mesmos que no discriminam e que nos oprime de nossa liberdade de nossas expressões que não seculares, e sim milenares. Neste 1º de maio de diversas capitais e centenas de cidades e milhares de pessoas em sua maioria jovem afro-ameríndio descendente e simpatizante leram o manifesto Revolução Quilombolivariana e bradaram Viva a,Viva Simon Bolívar Viva Zumbi, Viva Che, Viva Martin Luther King, Viva Osvaldão, Viva Mandela, Viva Chávez, Viva Evo Ayma, Viva a União dos Povos Latinos afro-ameríndios, Viva 1º de maio, Viva os Trabalhadores e Trabalhadoras dos Brasil e de todos os povos irmanados.
O.N.N.QUILOMBO –FUNDAÇÃO 20/11/1970
quilombonnq@bol.com.br
Por que nao:)